UNIVERSIDADE
FEDERAL DE SANTA CATARINA
ESPECIALIZAÇÃO NA CULTURA DIGITAL.
E. E. F. PROFª ISAURA GOUVÊA GEVAERD
ESPECIALIZAÇÃO NA CULTURA DIGITAL.
E. E. F. PROFª ISAURA GOUVÊA GEVAERD
ALUNA:
JACQUELINE GOMES SANTA BRIGIDA
PLAC 3: FAZER E COMPREENDER O COLETIVO DA ESCOLA
ATIVIDADE 2
PLAC 3: FAZER E COMPREENDER O COLETIVO DA ESCOLA
ATIVIDADE 2
Trajetória:
Ainda lembro-me da
minha coordenadora indo até a minha sala de aula para avisar que o prazo d
inscrição em um curso de especialização estava encerrando e precisava confirmar
o meu nome. Era uma especialização diferente, feita em grupo por professores da
escola.
- Confirma, então!
Nosso grupo seguiu
viagem para Florianópolis para a nossa aula presencial e lá vivemos uma
experiência incrível. As trocas de conhecimentos sobre tecnologias já davam
pista de como seria prazeroso nosso trabalho em equipe, mas que seria um
desafio trabalhar tecnologia da educação em nossa escola devido a diversas
dificuldades que identificamos já no primeiro momento.
Figura 1 atividade realizada no encontro presencial.
Figura 2 Brainstorming.
O curso nos
proporcionou um olhar mais atento para a nossa escola, o que foi muito valioso,
pois pudemos descobri-la melhor e entender quais suas dificuldades e quais as
possibilidades reais de trabalho. Descobrimos que nossos alunos já sabiam muito
sobre cultura digital e até aprendemos bastante com eles.
Nosso maior obstáculo
foi realizar atividades com uma internet ruim e com um laboratório de
informática com poucos computadores, mas em equipe pensamos em atividades que
envolvesse tecnologia off-line e também fossemos atrás de outros laboratórios,
como foi o caso de uma atividade na qual os alunos foram ao laboratório de
informática da prefeitura para dar continuidade a atividade sobre Livro-jogo
que desenvolvemos nas aulas de língua portuguesa.
Figura 3 Aula no CEMID sobre o Livro-Jogo
O compartilhamento das
atividades dos colegas de outras escolas nos enriquecia a cada troca, haja
vista ser a ponte entre a nossa realidade e a realidade das outras escolas, bem
como o alento nas horas de profundas dúvidas pois ficávamos cientes que as
dificuldades que encontrávamos não existiam somente em nossa escola, mas também
já havia sido motivo de preocupação de outros grupos os quais trocavam
experiências sobre quais melhores soluções.
A cada atividade, um
encontro com o grupo. A cada encontro, um novo aprendizado!
Tínhamos em mente,
depois de passados por inúmeras etapas, estudos, reflexões, práticas e
discussões, que precisávamos não só pensar em algumas atividades para a nossa
escola, mas que precisávamos ter uma escola que funcionasse também na cultura
digital. Foi daí que nasceu a ideia de termos uma biblioteca escolar na cultura
digital. Nossa intenção não foi a de revolucionar a nossa escola, mas partir de
um espaço já existente, já frequentado, já conhecido e a partir dali todos
pudessem trocar conhecimentos e participar do processo ensino-aprendizado
inseridos na cultura digital.
Criamos nosso projeto e
Gladis e Fernando, dois amigos
cursistas, construíram um plano de
formação afim de aprimorar nossos conhecimentos e sobre como poderíamos melhor
aproveitar o espaço da biblioteca. Nossos dois colegas nos proporcionaram uma
maravilhosa oficina sobre lousa digital em nossa própria biblioteca.
Figura 4 - oficina sobre lousa digital.
Figura 5 - oficina sobre lousa digital
Após a oficina, nós
passamos os últimos meses de 2015 experimentando uma biblioteca cheia de alunos
interessados nas atividades ali desenvolvidas. Foi satisfatório ver as crianças
descobrindo a lousa digital, escutando e interagindo com as histórias contadas
com o auxílio do tablet e sendo sujeitos protagonistas na construção de
conhecimentos significativos.
Nosso curso ainda não
acabou, mas o que experimentamos até aqui foi suficiente para saber que
precisamos ir além, que precisamos transformar nossas escolas para que elas
acompanhem a realidade social que o nosso tempo exige. Importante eu
compreender que minhas aulas de língua portuguesa podem e devem ser mais
significativas para meus alunos e a busca de significados passa pela busca de
novos aprendizados, novos caminhos, pois não tem como ignorar as novas
linguagens que circulam no mundo contemporâneo muito menos as necessidades de
um letramento crítico que esse novo mundo pede aos alunos.



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